«Margot Dias – Filmes Etnográficos (1958-1961)» | Lançamento: Cinemateca Portuguesa, Lisboa, 17 de outubro | 19h00https://mnetnologia.wordpress.com/2016/09/22/margot-dias-filmes-etnograficos-1958-1961-lancamento-cinemateca-portuguesa-lisboa-17-de-outubro-19h00/
terça-feira, 4 de outubro de 2016
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
A começar, e já no limiar
Entre os centros do poder e as margens do poder, as práticas possíveis, através das quais as pessoas e os grupos tentam viver melhor ou evitam pior. Na fronteira, há modos particulares de vida, que se sedimentaram. Da perspetiva dos centros, podem ser periferias, mas não há periferia na periferia - ali mesmo, onde os Estados cicatrizam feridas feitas ao longo da história, há entrançados de relações e culturas de orla. Como se trata de um dos temas trabalhados na disciplina e porque três cientistas sociais são chamados à discussão, convido-vos a irem até à Casa da Achada, no próximo sábado, ouvir César Rina, Joaquim Pais de Brito e Dulce Simões.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Entrega de trabalhos
Olá! Foi dilatado o prazo para a entrega dos trabalhos, que deverão ser depositados já imprimidos, no secretariado do departamento, até às 17 horas do dia 5 de Junho. Não esqueçam a estrutura do trabalho:
1. Uma introdução bem estruturada, com tema, problema, estado da questão (seja sobre a fronteira, seja sobre os movimentos sociais, o que implica demonstrar a leitura da bibliografia indicada, e não só indiciá-la), conceitos utilizados e indicação dos métodos, interrogando a sua pertinência e os problemas detetados;
2. O corpo do trabalho, eventualmente dividido em capítulos, com descrição contextual - a realidade, os processos e os agentes em presença -, utilizando os dados do terreno tratados, excertos de transcrições de entrevistas, fotos, etc.;
3. Uma conclusão que dialoque com a introdução, que responda ao problema aí construído, e que indique eventuais dúvidas que persistam;
4. Uma bibliografia cuidada, completa, onde constem as obras citadas e os sites consultados com a indicação da data.
Bom trabalho!
1. Uma introdução bem estruturada, com tema, problema, estado da questão (seja sobre a fronteira, seja sobre os movimentos sociais, o que implica demonstrar a leitura da bibliografia indicada, e não só indiciá-la), conceitos utilizados e indicação dos métodos, interrogando a sua pertinência e os problemas detetados;
2. O corpo do trabalho, eventualmente dividido em capítulos, com descrição contextual - a realidade, os processos e os agentes em presença -, utilizando os dados do terreno tratados, excertos de transcrições de entrevistas, fotos, etc.;
3. Uma conclusão que dialoque com a introdução, que responda ao problema aí construído, e que indique eventuais dúvidas que persistam;
4. Uma bibliografia cuidada, completa, onde constem as obras citadas e os sites consultados com a indicação da data.
Bom trabalho!
Frequência de dia 27 de maio
Visto que vários alunos de outros departamentos ou de
outros países não acedem ao mail da turma, aqui deixo algumas indicações quanto
à próxima frequência. Incidirá sobre toda a matéria, agora com uma ênfase
especial na relação da memória com o poder e as sociedades. Como a frequência
terá três temas, de que terão de escolher dois,
a relação entre a memória e o poder está presente decerto em dois deles -
ou seja, é incontornável. Sugiro a leitura atenta de um conjunto de textos
presentes na bibliografia da cadeira (Wolf, 1999:introdução; Almeida,
2009:introdução e conclusão; Matos Silva, 2002 e 2007; Godinho,2001,
introdução; Godinho, 2011), que se cruzará com as topografias do poder (os
centros, as fronteiras, com a bibliografia indicada), as lutas de rotina,
movimentos sociais, noções de escala e acontecimento, com a bibliografia
proposta. Ter presente também a bibliografia que se propôs para o mini-teste,
pois, como se referiu, a frequência abrange toda a matéria.
Abraço e bom trabalho!
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Temas a preparar
Caros estudantes, os três temas (de que escolherei dois para o mini-teste de dia 22 de Abril) são:
1. As lógicas dos agentes sociais: formatos de fuga, resistências de rotina e movimentos sociais
2. Poder e questões de escala: centros, periferias e o lugar da margem
3. Sociedades de fronteira: entre o registo escondido, a zona de refúgio e as relações com os Estados
Bom trabalho!
1. As lógicas dos agentes sociais: formatos de fuga, resistências de rotina e movimentos sociais
2. Poder e questões de escala: centros, periferias e o lugar da margem
3. Sociedades de fronteira: entre o registo escondido, a zona de refúgio e as relações com os Estados
Bom trabalho!
domingo, 17 de março de 2013
URGENTE: estudantes que irão fazer trabalho de campo na fronteira
Caros alunos, amanhã, às 16 horas, depois da aula, peço aos que irão para a fronteira que se desloquem ao meu gabinete (306) para uma reunião. Durará meia hora. Espalhem a notícia, pois não tenho os mails dos envolvidos (Erasmus e estudantes do 2º ano).
Etiquetas:
Fronteira,
reunião de trabalho,
trabalho de campo
terça-feira, 12 de março de 2013
Trabalhar sobre movimentos sociais?
Meus caros alunos, a proposta que vos foi feita no sentido de fazerem investigação centrada em movimentos sociais não terá falta de etnografia, atendendo a números indicados pela PSP. Ora reparem.
quarta-feira, 6 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
Mais fotos da manifestação de 2 de Março
A Andrea Andreu enviou as suas fotos, que aqui se apõe, várias das quais centradas no papel dos meios de comunicação social.
domingo, 3 de março de 2013
2 de Março - a manifestação «Que se lixe a Troika» recoberta por estudantes de Poder e Sociedade
Como havia pedido na última sessão, em que se falou de maneira
acelerada de movimentos sociais, vários estudantes enviaram as suas
fotos. O primeiro foi o Pedro Pinto Basto, que recobriu a manifestação
em Lisboa e que gostou sobretudo das inscrições nos cartazes, numa visão de pequena escala, ao perto, atenta ao que algumas pessoas transportavam.
Depois, a Isabel Pires enviou fotos da manifestação em Braga, em que considerou particularmente estimulante a existência daquele painel de sugestões (que me recordou bastante o que sucedia na acampada do Rossio, que segui).
A Andreia de Jesus seguiu a manifestação de Lisboa, atenta às faixas (uma das quais da nossa Faculdade, que é fotografada em dois troços da manifestação...). Fotografou também o momento que imagino que seja aquele em que se cantou o «Grândola Vila Morena», emotivo, forte, inesquecível.
Pelos visto, há mais gente que tinha fotos. Aqui vão as de Ernesto Martínez Fernández, estudante Erasmus vindo de Sevilha, da Universidad Pablo de Olavide
Também as de Felipe Henrique, chegadas agora
Depois, a Isabel Pires enviou fotos da manifestação em Braga, em que considerou particularmente estimulante a existência daquele painel de sugestões (que me recordou bastante o que sucedia na acampada do Rossio, que segui).
A Andreia de Jesus seguiu a manifestação de Lisboa, atenta às faixas (uma das quais da nossa Faculdade, que é fotografada em dois troços da manifestação...). Fotografou também o momento que imagino que seja aquele em que se cantou o «Grândola Vila Morena», emotivo, forte, inesquecível.
Pelos visto, há mais gente que tinha fotos. Aqui vão as de Ernesto Martínez Fernández, estudante Erasmus vindo de Sevilha, da Universidad Pablo de Olavide
Também as de Felipe Henrique, chegadas agora
Etiquetas:
«Que se lixe a Troika»,
2 de Março,
Manifestação,
repertórios de luta
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
De que falamos quando falamos de poder?
Qual é o lugar das elites: como se reproduz o poder entre um conjunto de famílias, qual o papel das conjunturas, o que cabe aos Estados? Assim iniciámos a nossa segunda sessão: com a projeção do filme «Os Donos de Portugal» e com a presença do realizador, Jorge Costa.
http://www.donosdeportugal.net/quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Recomecemos, agora em 2013
Caros estudantes, a imagem acima foi «roubada» em http://unaantropologaenlaluna.blogspot.pt/
Com ela recomeçamos este novo seminário de Poder e Sociedade, que é uma opção da licenciatura em Antropologia da FCSH-UNL. Este blog, nos seus posts anteriores, conta um pouco do que antes se fez nesta cadeira e aqui vão as intenções para este semestre. Quanto aos objectivos da cadeira, aqui estão
b)
Através da etnografia, examinar os exercícios topográficos do poder nos centros e nas periferias, na interface entre as experiências quotidianas, as
modalidades de reprodução e de transformação social;
c)
Interrogar os formatos da resistência, da insurgência e dos movimentos sociais,
a partir da realidade, dos processos e dos agentes sociais;
d)
Problematizar a topografia do poder na sociedade actual, as expressões da
localidade num mundo globalizado, as fronteiras, os fluxos e as questões de
escala;
e)
Detectar as práticas políticas nas sociedades contemporâneas através da
abordagem dos quotidianos e dos momentos de aceleração da História.
Há
duas modalidades possíveis no que toca à avaliação, ambas com exame de recurso/melhoria a 12 de Junho de 2013
- para os estudantes que não podem frequentar as aulas e participar nos seminários, um mini-teste (25%), uma ficha de leitura de uma obra assinada com *(25%), entregue a 3 de Abril de 2013, e a frequência, a realizar no dia 27 de Maio de 2013 (50%)
- para os que assistem a pelo menos 75% das sessões: através da apresentação de um texto na aula (10%)+ um resumo da sessão a que assistam no Congresso Movimento Operário e Movimentos Sociais (13 e 16 de Março), a entregar em 18.3.2013 (10%) + comentário de uma notícia (10%)+ mini-teste (20 %) em 22.4.2013 + uma frequência ou trabalho escrito, a realizar/a entregar impresso no dia 27 de Maio de 2013 (50%). O trabalho é individual ou de grupo (máximo de 3 pessoas), envolve pesquisa de campo com temas sugeridos pela docente, requer a feitura de um projeto (entregue até 20 de março de 2013) e terá um máximo de 25000 caracteres. Será posteriormente discutido. O plágio implica a anulação da prova.
b.
Atendimento
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